Mostrando postagens com marcador empreendedores. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador empreendedores. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Os jogos servem para treinar, recrutar, fazer marketing...

Quatro empreendedores contam como usam jogos de tabuleiro e de computador para treinamentos, contratações, ações de marketing e processos internos

O empreendedor Sergio Tadeu Ribeiro e o diretor Nilson Cortez Junior, da Strong
Fabiano Accorsi
Existe chance de alguém aprender alguma coisa, numa sala escurinha, ouvindo blá-blá-blá de um sujeito passando intermináveis telas de PowerPoint? E de chamar a atenção de um cliente com panfetos colados no muro?

Os quatro empreendedores desta reportagem acham tudo isso muito tedioso. Eles descobriram os games como uma poderosa ferramenta para melhorar aspectos fundamentais de seus negócios. A seguir, os empreendedores contam como usaram os jogos para treinar e recrutar profissionais, melhorar os processos internos e fazer ações de marketing.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Israel ameaça Vale do Silício como paraíso das startups

Combinação entre investimentos do governo, pesquisas do exército e excelência universitária já faz da capital israelense 2ª cidade no mundo em número de startups

Homens olham para laptops
Getty Images
Reconhecida hoje como a nação startup, Israel tem mais empresas do tipo per capita do que qualquer outro país do mundo e já ameaça o reinado absoluto do Vale do Silício, nos Estados Unidos, como lugar preferido dos empreendedores da tecnologia.

Uma pesquisa da Startup Genome, empresa que rastreia essas empresas, colocou Tel Aviv como a segunda melhor cidade para as startups.

E não é sem motivos: a metrópole tem cerca de 4.800 destas empresas, mais que qualquer outro país fora os EUA, de acordo com dados da Israel Venture Capital Research Centre.

Tudo isso fez com que Israel chegasse ao posto de segundo país estrangeiro (atrás da China) com mais empresas listadas na Nasdaq, a bolsa de valores americana para empresas de tecnologia.

Nos últimos cinco anos, a cidade viu o surgimento de uma nova geração, colocando Tel Aviv de volta nos radares da indústria de tecnologia e investidores.

Pode-se dizer "de volta" porque, nos anos 1990, Israel viveu, junto com o mundo, o boom das empresas de tecnologia, e também sofreu quando a “bolha das pontocom” levou ao desaparecimento de grande parte delas. 

Agora, a cidade compete com outros centros de empreendedorismo como Moscou, Londres, Nova York e Berlim pelo posto de novo Vale do Silício.

Diferente

O que difere Tel Aviv de seus competidores globais, como aponta o jornalista britânico Monty Munford, especalista na cobertura de startups, é a energia que exala da cidade. “Todo mundo parece ser o fundador de um novo empreendimento e eventos de networking acontecem todos os dias”, diz ele no Mashable, após uma visita à capital israelense.

O empreendedor de Tel Aviv é, em geral, jovem e recém-saído do exército – no país, o serviço militar é obrigatório por 3 anos para os homens e por 2 para as mulheres.

A passagem pelas forças armadas é, inclusive, uma das maiores responsáveis pelo interesse pela tecnologia entre os jovens.

De acordo com uma reportagem da BBC, além das unidades militares regulares, os jovens também são designados para unidades de desenvolvimento de tecnologia, em que os recrutas são estimulados a desenvolver ideias inovadoras para as áreas de segurança da informação, criptografia, comunicações e guerra eletrônica. 

Quando voltam à realidade cotidiana, parece natural a usem a experiência adquirida para se lançar no mercado das startups. 

Além disso, Israel é um dos líderes mundiais em gastos do governo com pesquisa e desenvolvimento. É também sede para muitas escolas de engenharia de primeira classe, como a Universidade Hebraica de Israel, ou institutos, como o Tecnion.

domingo, 6 de outubro de 2013

Startup cria plataforma para dividir a corrida de táxi


Equipe da startup Meia Bandeirada
Divulgação

Fundada em janeiro deste ano, a startup Meia Bandeirada tem uma plataforma para compartilhamento automatizado de táxi. Funcionários de uma mesma empresa podem dividir os custos de uma corrida ao utilizar o aplicativo.

Os empreendedores André Insardi, 26 anos, Eduardo de Rezende Francisco, 40 anos, Natanael Felismino da Silva, 26 anos, Moisés de Oliveira Correia, 29 anos, e Ricardo Levy Barreto, 28 anos, investiram cerca de 300 mil reais no negócio.

Hoje, a startup atua com o público empresarial ao oferecer o aplicativo como ferramenta corporativa. No mês passado, eles lançaram o projeto piloto Bandeirada Cultural, em que o usuário pode dividir a corrida de táxi para ir a eventos culturais. Por enquanto, esse agendamento pode ser feito no site. 

A ideia do negócio surgiu diante da necessidade de economizar os gastos com transporte, pois o táxi era um dos principais meios de locomoção de um dos sócios. A startup cobra uma taxa por solicitação realizada com sucesso das empresas e das cooperativas.

A Meia Bandeirada venceu a competição Slumdog Beta durante a Campus Party Brasil deste ano e já recebeu investimento de um grupo de investidores do interior de São Paulo e do espaço de coworking, Plug n’ Work. 

O pitch: “Somos uma empresa de tecnologia voltada a mobilidade urbana, que visa redução de custo com os deslocamentos de colaboradores de grandes empresas através do controle, otimização e gestão dos recursos de transporte.”

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Startup potiguar é destaque em concurso de tecnologia

Ideia do projeto Meu Peludo é auxiliar o proprietário a encontrar o animal de estimação perdido

Divulgação
O Rio Grande do Norte começa a despontar no cenário nacional como um estado que é celeiro de inovação e boas ideias em projetos digitais. Uma prova disso é a startup Meu Peludo, que foi considerada a melhor do Brasil no Desafio do Salão Nacional de Inovação do Encontro Nacional de Tecnologia e Negócios - Rio Info 2013. A proposta do Meu Peludo é ajudar pessoas que perderam seus animais de estimação a encontrá-los por meio de um QR Code e da internet. A ideia da dupla de empreendedores potiguares Philipe Coutinho e Sérgio Oliveira desbancou outros 14 projetos de startups de várias partes do Brasil, só ficou atrás da uruguaia Glam, que obteve a primeira colocação e conquistou o título do Desafio Internacional.

“É uma sensação muito boa saber que a nossa ideia é a melhor do Brasil, principalmente por sermos do Nordeste”, diz Sérgio Oliveira, que, juntamente com o sócio, ganhou uma viagem para Londres, na Inglaterra. Antes de chegar ao topo do Desafio na categoria nacional, o projeto Meu Peludo foi classificado para a fase final, competindo com outras três startups. 

Para classificar a startup do Rio Grande do Norte, a banca de avaliadores do evento levou em consideração critérios como grau de inovação do serviço, potencial de mercado, retorno econômico-financeiro, consistência da estratégia de marketing, qualidade da equipe e vantagens competitivas da empresa. O projeto Meu Peludo é atendido pelo programa de startup do projeto de Tecnologia da Informação e Comunicação (Protic) do Sebrae no Rio Grande do Norte. A instituição levou uma missão com 15 empreendedores do estado ao Rio Info, que é considerado um dos principais do segmento na América Latina. O evento começou no dia 17 e encerrou na última quinta-feira (26), no Rio de Janeiro.

“Nossa participação foi muito proveitosa, pois conseguimos fazer contatos com investidores que já atuam com startups e pelo menos dois deles se interessaram pelo nosso projeto. Estamos bastante confiantes no fechamento de futuras parcerias”, comemora Sérgio Oliveira.

O Meu Peludo funciona da seguinte maneira: o proprietário pode cadastrar gratuitamente um perfil do bicho de estimação no site www.meupeludo.com.br ou na página da empresa no Facebook. Para identificar o animal, no entanto, é preciso comprar por R$ 9,90 uma tag com QR Code, que ajuda a pessoa que encontrou o pet a devolvê-lo ao dono. De acordo com o empreendedor, a pré-venda das tags deve ocorrer em 15 dias e, em outubro, tudo já deve estar funcionando. A expectativa é comercializar inicialmente dez mil etiquetas em todo o Brasil

Com investimentos, a dupla também espera aprimorar o serviço acrescentando na tag - que já vem com o código que remete ao perfil contendo informações sobre o animal, o proprietário e o endereço do site- o número de uma central telefônica para facilitar a devolução. Há intenções de envolver as petshops no negócio para facilitar a entrega do bichinho. No site, o usuário poderá acionar a ferramenta assim que perder o animal. Um cartaz com informações sobre o bichinho será gerado e, logo em seguida, ume-mail será enviado às petshops e ONGs parceiras com o aviso de bicho perdido.

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Agora são os brasileiros que invadem o Vale do Silício

Em busca de cérebros, fornecedores e até aquisições, uma série de empresas brasileiras de tecnologia inverte o caminho tradicional e abre escritórios no Vale do Silício

Alexandre Dinkelmann, da Totvs

A cada dois meses, o engenheiro Alexandre Dinkelmann, vice-presidente de estratégia e finanças da Totvs, deixa sua rotina de trabalho em São Paulo e parte rumo a Mountain View, a cerca de 50 quilômetros de São Francisco, na Califórnia. Ali se concentram centenas de empresas de tecnologia de todos os portes — a mais célebre delas é o Google, que tem sua sede no Vale.
Desde outubro, a cidade também abriga o primeiro escritório da fabricante de softwares de gestão Totvs no Vale do Silício. Numa de suas visitas mais recentes, Dinkelmann acompanhou um negócio inédito para a companhia, fundada nos anos 80 na capital paulista.
Em junho, a Totvs investiu 16 milhões de dólares na compra de uma participação minoritária em uma empresa estrangeira — a americana GoodData, startup que oferece serviços de big data, como são chamados os soft­wares capazes de analisar um grande volume de dados em tempo real.
Foram seis meses de negociação, em que Dinkelmann alternava o acompanhamento a distância com as viagens ao país. “Seria mais difícil saber de oportunidades como essa sem o escritório nos Estados Unidos”, diz ele.
A Totvs faz parte de um seleto grupo de empreendedores brasileiros que ingressaram recentemente no Vale do Silício, o maior centro de empreendedorismo do mundo. Estima-se que 2 000 novas empresas surjam ali todos os anos. Tanta efervescência se mostrou à prova até mesmo da crise.
Os investimentos dos fundos de capital de risco somaram 2,2 bilhões de dólares entre janeiro e março deste ano — 4,5% mais em relação ao mesmo período de 2012. Para os empreendedores brasileiros que se aventuraram a entrar nesse mercado, a recompensa é o acesso a um celeiro de cérebros, de pequenas empresas que podem ser compradas, de fornecedores especializados e investidores do mundo inteiro.
“É necessário um bom plano de execução para sobressair entre os grandes”, diz o paulista Robert Janssen, presidente da aceleradora Outsource Brazil e especialista em empreendedorismo.
Uma preparação cuidadosa é pré-requisito para ingressar no Vale do Silício. Em geral, as empresas brasileiras que se instalaram ali ensaiaram cuidadosamente os primeiros passos.
Para a Totvs, as etapas preliminares começaram em 2010, quando a companhia firmou uma parceria com a Universidade Stanford, de onde já saíram milhares de empreendedores desde a época de Bill Hewlett e David Packard, que fundaram a HP em 1939. Durante aproximadamente um ano, uma equipe mista de profissionais da Totvs e alunos de Stanford prepararam um plano de atuação da empresa nos Estados Unidos.
O time fez um raio X do mercado de tecnologia americano e mapeou as áreas em que há menos concorrência e, portanto, mais oportunidades para a Totvs. Entre elas está a área de segurança da informação dentro das empresas.
Em novembro, a companhia inaugurou o próprio laboratório no Vale do Silício, o Totvs Lab, no qual trabalham atualmente 15 profissionais, entre cientistas e engenheiros, vindos de sete países. O primeiro produto é um sistema de segurança que protege o acesso à informação da área financeira ou a outros dados sigilosos das empresas. 
Mesmo com uma preparação detalhada, por vezes é preciso adaptar os planos. Foi o caso do paulista Fabrício Bloisi, que em 2001 fundou a Movile, empresa de comércio e conteúdo para celular.
Depois de estudar o mercado americano por dois anos, a empresa se estabeleceu na Califórnia em agosto de 2012 com a pretensão de oferecer os 13 produtos já presentes desde 2008 em cinco países da América Latina, como Argentina e México.
Após conversas com investidores e consultores locais, Bloisi concluiu que seria melhor escolher um único produto, que deverá ser lançado no mercado americano no fim deste ano. Mais do que uma base para expandir as vendas, o escritório nos Estados Unidos deverá ter a função de apontar caminhos futuros.
A empresa mantém hoje seis funcionários numa sala no mesmo prédio de escritórios em que a dupla Larry Page e Sergey Brin iniciaram o Google nos anos 90. Eles têm a missão de criar produtos e analisar a compra de startups. “Os produtos lançados hoje em todo o mundo foram discutidos nos cafés do Vale do Silício em 2011”, diz Bloisi. 
Além de se aproximar das tendências, abrir um escritório local serviu para atrair cérebros. No fim de 2012, a Movile contratou um funcionário da Apple. O ilustrador paranaense Everaldo Coelho deixou a firma fundada por Steve Jobs, na qual trabalhou por dois anos, e aceitou a proposta de gerir o polo de inovação da Movile em Campinas, no interior de São Paulo.
Bloisi e Coelho se conheceram informalmente numa palestra anos atrás e mantiveram contato. “Hoje há empresas brasileiras tão sofisticadas quanto qualquer concorrente do Vale do Silício”, afirma Coelho.
Os empreendedores brasileiros que se instalaram no Vale do Silício encontraram dificuldades diferentes das que enfrentam por aqui. A Predicta, empresa paulista de marketing digital, que possui uma participação minoritária do grupo gaúcho RBS, não esbarrou em muita burocracia ao chegar ao Vale do Silício em outubro do ano passado.
Em 15 dias, providenciou a papelada necessária para abrir a filial e em menos de um mês conseguiu uma sala para começar a operar. Mas nem tudo foi fácil.
Levou nove meses até que a empresa conseguisse contratar um executivo local com a missão de lidar com fornecedores americanos, em especial com empresas que têm servidores capazes de hospedar os dados do principal produto da Predicta, o SiteApps, espécie de portal de serviços digitais na nuvem para empresas pequenas e médias.
A Predicta já tem quase 60 000 clientes em mais de 100 países. Em junho, ela recrutou um funcionário americano com 17 anos de experiência em startups de tecnologia, que ficará responsável pelo desenvolvimento de negócios. A remuneração desse tipo de profissional não sai por menos de 250 000 dólares por ano, sem contar bonificações.
“Tudo é muito caro no Vale do Silício e não há ninguém desempregado”, afirma o paulista Marcelo Marzola, fundador da Predicta, que hoje se divide entre a sede da empresa, em São Paulo, e viagens a cada dois meses aos Estados Unidos. “Mas é necessário ter um americano cuidando de seus assuntos, porque entender a cultura local é fundamental para chegarmos aos contatos certos.”
O esforço valeu. Marzola conseguiu acelerar a agenda de encontros — desde outubro, ele já se reuniu com 200 fornecedores locais. Entre eles está uma empresa com sede na Bulgária, um dos mercados-alvo da Predicta. “Entrar no Vale do Silício significa trabalhar junto às principais empresas de tecnologia do mundo”, diz Marzola. “Para ser realmente global, é preciso, antes, estar lá.”

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Neolista lança site de classificados online

Por Eric Colombo

Visando a expansão por meio de novos produtos, Neolista lança site de classificados online gratuito. 


De lista telefônica digital à classificados online gratuito, esses são alguns dos produtos oferecidos pela Neolista Digital, fundada por um grupo de amigos da Bahia e do Rio Grande do Sul.

Fundada no último semestre do ano passado, o negócio desses amigos é baseado em um sistema que fornece uma lista telefônica digital e mais recentemente, também um serviço de classificados gratuitos no site da empresa. Inicialmente a empresa pretende oferecer o serviço para as três regiões em que a lista telefônica digital já opera, sendo essas as seguintes: São Paulo - SP, Porto Alegre - RS e Vitoria da Conquista - BA.

Logo Neolista - Lista Telefonica Digital
Seu fundador diz que a ideia de um classificados online partiu ao observar jornais, onde se é publicado anúncios de imóveis, veículos, vagas de empregos, entre outros.

Um dos pontos positivos da página, é a facilidade para o cadastro, afinal não é necessário o preenchimento de diversos campos. Ao todo o site oferece um sistema, rápido, prático e seguro, e o melhor, totalmente gratuito.

Como em outros sites desse segmento, é possível visualizar os anúncios e entrar em contato com o anunciante, também é possível compartilhar nas redes sociais os anúncios publicados.

O site foi inaugurado a algumas semanas, e mesmo sem grande divulgação, já se encontra diversos anúncios, de diversos segmentos, desde prestadores de serviços, passando por seguros e móveis, encontra-se também anúncios de pessoas interessadas em vender seus carros e de empresas com vagas de emprego a serem cobertas.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Programa levará 10 empreendedores ao Vale do Silício

As inscrições do TechMission 2013 estão abertas; selecionados passarão seis dias nos Estados Unidos

marketing digital

A TechMission 2013 selecionará 10 empreendedores brasileiros de alto potencial para passar uma curta temporada no Vale do Silício, nos Estados Unidos.
O programa é organizado pela Brazil Innovators em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). 
A terceira edição da missão acontecerá dos dias 18 a 23 de agosto.
Os principais objetivos do programa são expandir a capacidade de execução das startups brasileiras para criar empresas de visão global, conectar os empreendedores brasileiros com investidores e profissionais do Vale do Silício, entre outros.
Treinamento de pitch, encontro com investidores do Vale do Silício, visitas à Universidade de Standford, 500 Startups, Google e Twitter são algumas das atividades da agenda do programa.
Startups como Descomplica, Fashion.me e Unipay já participaram de edições anteriores do TechMission. 
O programa custa 3,7 mil dólares e inclui a hospedagem. Interessados podem se inscrever no site da Brazil Innovators

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Google terá treinamentos online para pequenas empresas

A empresa vai disponibilizar seus especialistas todas as quintas-feiras.

DJ na festa de abertura do escritório do Google em Berlim, na Alemanha

Cada vez mais de olho no potencial das pequenas e médias empresas, o Google tem organizado ações específicas para este público, Agora, vai organizar semanalmente um encontro online com treinamentos.

Segundo a empresa, toda quinta-feira, às 13h30, especialistas vão dar pequenos cursos gratuitos. O foco é falar, durante uma hora, sobre as oportunidades para os empreendedores online e como usar a publicidade digital. 

Os empreendedores podem participar online através dos Hangouts ao Vivo do Google+, dentro da comunidade do AdWords Brasil. Quem não puder participar poderá ter acesso às gravações no YouTube. Veja os próximos temas:


DataTema
23 de MaioComo explorar oportunidades de negócio no Dia dos Namorados
6 de JunhoComo receber mais contatos e cadastros em seu website
13 de JunhoComo estruturar Campanhas Avançadas
20 de JunhoComo reconquistar clientes
27 de JunhoComo desenvolver estratégias para negócios locais