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sexta-feira, 25 de abril de 2014

Crie seu próprio 'holograma' com esse passo a passo

Você pode brincar com a ideia de controlar uma imagem flutuante usando o movimento das mãos
Reprodução
Os hologramas de Minority Report e os usados por Tony Stark nos filmes do Homem de Ferro ainda não são realidade, mas você pode brincar com a ideia de controlar uma imagem flutuante usando o movimento das mãos. Essa é a invenção de Robbie Tilton, funcionário do Google que trabalha no Projeto Glass.

Tilton publicou nesta semana o passo a passo da sua criação no site de compartilhamento de documentos Instructables. Ele descreve o processo de montagem e disponibiliza o código fonte.

Usando o Leap Motion para identificar os gestos da mão e um prisma de acrílico para refletir uma imagem projetada, Tilton criou uma ilusão 3D que pode ser controlada e vista em 360 graus. Mas essa invenção não pode ser chamada de 'holograma', porque não tem nenhuma propriedade holográfica que armazene dados de imagem em laser.

A criação de Tilton é baseada no fantasma de Pepper (Pepper's Ghost), o mesmo método usado para fazer o 'holograma' do rapper Tupac Shakur no festival Coachella em 2012.

Essa técnica, que já existe há mais de 150 anos, consiste em refletir uma imagem luminosa em uma superfície transparente posicionada a 45 graus da imagem. Com esse ângulo, a imagem projetada parece estar flutuando no ar, o que gera uma ilusão tridimensional.

A tela que será refletida deve ter fundo preto para que a imagem projetada fique em destaque — assim como na imagem abaixo:


O conceito usado no show do Tupac só permite que a ilusão 3D seja vista de frente. Já a invenção de Tilton, que usa um prisma de quatro lados para refletir a imagem projetada, possibilita que a ilusão 3D seja vista em 360 graus, além de ser controlada com as mãos. Dessa forma, o prisma de Tilton se parece muito com o conceito de holograma visto nos filmes.

Veja como esse ’holograma’ funciona no vídeo abaixo:

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Conheça um braço robótico criado em apenas um mês

Reprodução
O tecnólogo catarinense Kevin Manoel Guimarães tem 21 anos e levou apenas 30 dias para criar um braço robótico que funciona com uma placa Arduino, que permite ativar sensores a partir de uma plataforma eletrônica. Antes, ele já havia desenvolvido um sistema semelhante para o Kinect, da Microsoft.

Uma câmera acoplada a um computador captura em 3D os movimentos feitos por qualquer mão humana. Imediatamente, os dados são repassados à placa, que realiza os comandos a curta distância com resposta instantânea. O projeto apresentado durante o Intel Summit, que acontece em Florianópolis, pode ser estendido para aplicações na indústria, principalmente em locais que podem oferecer riscos às tarefas manuais.

Com o projeto, que custou R$ 230, Kevin venceu um concurso da Intel voltado a desenvolvedores por ter sido o único a mostrar interação eletrônica em vez de games. O desafio faz parte do programa Perceptual Computing, para o qual os candidatos criam ideias que estimulem experiências mais sensitivas e imersivas no "cérebro" dos PCs. 

O braço artificial utiliza motores "baratos", segundo seu criador, que transportam objetos de até 1 kg, sendo que os mais caros chegam a aguentar 30 kilos. O próximo passo do projeto, conta, é fazer com que o membro responda com eficiência a comandos realizados em grandes distâncias, entre cidades diferentes, por exemplo.

Veja como a invenção funciona:


quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Estudantes criam pulseira para substituir o ar condicionado

MIT
Quatro estudantes de engenharia no MIT (Massachusetts Institute of Technology, nos EUA) desenvolveram uma pulseira que emite ondas de ar quente e frio para o pulso de uma pessoa a fim de mudar a temperatura do corpo inteiro. Chamado "Wristify", o protótipo tenta ser uma opção ao ar condicionado para reduzir o consumo de energia.

"Os prédios gastam uma quantidade incrível de energia para abastecer o ar condicionado. Na verdade, isso representa 16,5% de toda a energia primária consumida nos Estados Unidos. Queremos reduzir ese número mantendo o conforto térmico e individual", explica Sam Shames, um dos inventores.

A pulseira nasceu depois de um experimento feito para uma competição no MIT que lhes rendeu prêmio de US$ 10 mil. Os alunos descobriram que o corpo humano é muito sensível a rápidas mudanças de temperatura, por isso, basta enviar as ondas para o pulso e esperar até que elas resfriem ou aqueçam todas as regiões. A taxa de variação da temperatura é de até 0,4 °C por segundo.

Depois de 15 tentativas, a equipe finalmente chegou à versão final do dispositivo, que parece um relógio de pulso e tem bateria que aguenta por 8 horas. O próximo passo é aprimorar o protótipo para que ele vire um produto e possa ser lançado comercialmente, ainda sem previsão.

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Invenção dá choque quando usuário entra no Facebook

poke_610x333 cópia
Criado por dois estudantes do MIT, o sistema Pavlov Poke utiliza choques para evitar as distrações com o Facebook.

Os estudantes Robert Morris e Dan McDuff criaram o sistema para evitar as mais de 50 horas semanais combinadas de navegação pela rede social. Segundo a dupla, um tempo valioso é desperdiçado.

O acessório parece um apoio para o teclado, no qual as mãos descansam confortavelmente. Mas, ao entrar no Facebook, uma descarga elétrica inofensiva, mas bastante incômoda é liberada. Veja abaixo o vídeo.



Matéria publicada em http://info.abril.com.br/noticias/blogs/omg/redes-sociais/invencao-da-choque-quando-usuario-entra-no-facebook/

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Peça impressa em 3D substitui gesso usado em fraturas


Adeus, gesso! Um pesquisador criou com ajuda de uma impressora 3D o Cortex, um exoesqueleto capaz de imobilizar membros fraturados.

O Cortex é feito com um polímero de plástico. O exoesqueleto funciona como o gesso, mas com o diferencial de ser ventilado, leve, higiênico, ecológico e fino o suficiente para caber em uma manga da camisa. Além desses benefícios, o Cortex pode ser molhado no banho, ao contrário do gesso, que é pesado, coça e pode até dar mau cheiro.

A invenção é do designer Jake Evill, pesquisador da Victoria University of Wellington, na Nova Zelândia. A ideia surgiu quando Evill quebrou a mão e precisou usar gesso. Foi quando o rapaz percebeu como o método é "arcaico".

Com ajuda do Kinect para a digitalização 3D, Evill produziu um protótipo do Cortex, feito de plástico. Ao fazer um escaneamento 3D e exames de raios-X do paciente, o sistema constrói uma peça sob medida que sirva para imobilizar o membro fraturado.

As partes mais densas do molde ficam concentradas em torno da fratura. Mas a peça também pode ser impressa em duas partes e depois montada com ajuda de prendedores permanentes. Quando o membro estiver totalmente recuperado, o exoesqueleto precisa ser serrado em um hospital.

Evill trabalhou no departamento de ortopedia da universidade e está agora à procura de apoio para desenvolver a ideia. O próximo passo é planejar um processo de digitalização mais sofisticado e preciso. Quando isso estiver pronto, o velho gesso, provavelmente, será aposentado.