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domingo, 25 de maio de 2014

Feliz #DiaDaToalha Nerdaiada

Por Eric Colombo


Hoje, dia 25 de maio, é comemorado mundialmente, o Dia da Toalha. A data é uma homenagem dos fãs ao autor da série "O Guia do Mochileiro das Galáxias", Douglas Adams. Neste mesmo dia, é também comemorado o Dia do Orgulho Nerd. 

A data foi celebrada pela primeira vez em 2001, por membros do H2G2, essa foi a forma que os fãs de Douglas Adams encontraram de homenagear o autor, falecido em 11 de maio de 2011. 

Mesmo sendo discutida a possibilidade de alterar a data para 42 dias após a data do falecimento(este é outro detalhe bastante importante da saga, que diz que o número 42 é a resposta para a questão fundamental da vida), ela não foi alterada, e desde então a data é celebrada por fãs no mundo inteiro, onde eles carregam uma toalha durante o dia inteiro, e as usam como capa, turbante, ou como suas criatividades lhes permitirem.

Um dos capítulos do livro mostram a tamanha importância da toalha para um "viajante da galáxia", ele diz:
Segundo ele, a toalha é um dos objetos mais úteis para um mochileiro interestelar. Em parte devido a seu valor prático: você pode usar a toalha como agasalho quando atravessar as frias luas de Beta de Jagla; pode deitar-se sobre ela nas reluzentes praias de areia marmórea de Santragino V, respirando os inebriantes vapores marítimos; você pode dormir debaixo dela sob as estrelas que brilham avermelhadas no mundo desértico de Kakrafoon; pode usá-la como vela para descer numa minijangada as águas lentas e pesadas do rio Moth; pode umedecê-la e utilizá-la para lutar em um combate corpo a corpo; enrolá-la em torno da cabeça para proteger-se de emanações tóxicas ou para evitar o olhar da Terrível Besta Voraz de Traal (um animal estonteantemente burro, que acha que, se você não pode vê-lo, ele também não pode ver você -estúpido feito uma anta, mas muito, muito voraz); você pode agitar a toalha em situações de emergência para pedir socorro; e naturalmente pode usá-la para enxugar-se com ela se ainda estiver razoavelmente limpa.

Porém o mais importante é o imenso valor psicológico da toalha. Por algum motivo, quando um estrito (isto é, um não-mochileiro) descobre que um mochileiro tem uma toalha, ele automaticamente conclui que ele tem também escova de dentes, esponja, sabonete, lata de biscoitos, garrafinha de aguardente, bússola, mapa, barbante, repelente, capa de chuva, traje espacial, etc, etc. Além disso, o estrito terá prazer em emprestar ao mochileiro qualquer um desses objetos, ou muitos outros, que o mochileiro por acaso tenha “acidentalmente perdido”. O que o estrito vai pensar é que, se um sujeito é capaz de rodar por toda a Galáxia, acampar, pedir carona, lutar contra terríveis obstáculos, dar a volta por cima e ainda assim saber onde está sua toalha, esse sujeito claramente merece respeito.
Daí a expressão que entrou na gíria dos mochileiros, exemplificada na seguinte frase: “Vem cá, você sancha esse cara dupal, o Ford Prefect? Taí um mingo que sabe onde guarda a toalha.” (Sancha: conhecer, estar ciente de, encontrar, ter relações sexuais com; dupal: cara muito incrível; mingo: cara realmente muito incrível.)

Douglas Adam
Guia do Mochileiro das Galáxias.



É isso aí Fanáticos, nós resolvemos comemorar este dia, mande também suas fotos e vídeos para postarmos aqui, junto com essas.






quinta-feira, 22 de maio de 2014

Foto revela tentativa frustrada de relógio da Apple nos anos 80

Reprodução
Hartmut Esslinger, designer da Apple na década de 1980, publicou esta semana o livro "Keep it Simple", que remete à época em que trabalhava para a maçã. Nele, há fotos e desenhos dos produtos que ajudou a desenvolver, entre eles um relógio com teclas (foto acima) que nunca foi lançado.

A tecnologia de 30 anos atrás não permitia telas sensíveis ao toque, então a ideia foi criar o dispositivo com 12 botões, para números de 0 a 9, asterisco e sustenido (#). O relógio, rejeitado por Steve Jobs, viria acompanhado de um headset que incluía microfone e fone de ouvido.

Outro protótipo revelado no livro é um conceito de computador portátil (para a época) no formato de uma maleta, que se desdobrava em monitor, teclado, telefone e impressora. Tanto o computador quanto o relógio seguiam o design "Branca de Neve", utilizado pela Apple nas décadas de 80 e 90.

Reprodução
Esslinger deixou a Apple para acompanhar Steve Jobs quando este foi demitido da empresa que criou e fundou a NeXT, em 1985. Onze anos depois, no retorno de Jobs à Apple, o designer decidiu montar sua própria empresa, a Frog, à qual se dedica até hoje. Seu livro com imagens e explicações sobre o desenho dos produtos durante o tempo que passou na Apple pode ser comprado neste link.

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Samsung lança plataforma de conteúdos

A fabricante contará com uma plataforma de oferta de música, filmes, livros, conteúdo educacional e games

Justin Sullivan/AFP
A Samsung apresentou nesta quarta, 27, seu Media Solution Center, que tem a missão de fortalecer os produtos da marca por meio de conteúdos e serviços. A fabricante contará com uma plataforma de oferta de música, filmes, livros, conteúdo educacional e games.

Segundo a vice-presidente do Samsung Media Solution Center para a América Latina, Fiamma Zarife, o novo foco em serviços e conteúdos é global, com escritórios locais para buscar parcerias estratégicas com empresas regionais e apoiar o desenvolvimento de aplicativos diferenciados e exclusivos.

“Essas parcerias reforçam o compromisso da companhia em proporcionar conteúdo local relevante aos consumidores. Dessa maneira, a equipe do Media Solution Center da Samsung busca constantemente empresas nacionais que ofereçam novas soluções para adicionar valor aos dispositivos da empresa”, completa Fiamma.

Hub

Os conteúdos e serviços foram integrados em dois ambientes, o Samsung Hub e o Samsung Apps. O primeiro é um agregador que integra lojas virtuais de música, vídeo, livros, jogos e e-learning. Entre as parcerias fechadas pela Samsung estão a Warner Music, Warner Vídeo, Editoras Abril e Globo, livraria Saraiva, Maurício de Sousa Produções, Ediouro, Grow e Panda Books.

Segundo Fiamma, o Media Solution Center já vem negociando com agregadores de conteúdo audiovisual e, além disso, começa a buscar conteúdo diretamente com os produtores. Para isso, conta com equipe local para fazer a curadoria e negociação do conteúdo e, em breve, deve ter uma estrutura para encodar o conteúdo também localmente. Ainda em vídeo, a Samsung vem negociando a exclusividade de conteúdos brasileiros na primeira janela, de forma a valorizar a sua plataforma.

Apps

A Samsung Apps, loja de aplicativos da empresa, também busca a diferenciação através de conteúdos locais e serviços exclusivos, já tendo parcerias com empresas como Opera, Dafiti, Gameloft, Sega, Dropbox, Easy Taxi e Coquetel.

Segundo Fiamma, a área mais madura nos conteúdos e serviços do Media Solution Center é a de jogos, tendo parceria já estabelecida com os grandes desenvolvedores globais como Gameloft, Sega e EA. “A estratégia (regional) está muito alinhada com o mercado internacional. Queremos mudar isso”, diz a executiva.

Para tanto, a Samsung vai investir no desenvolvimento do mercado local. A primeira grande iniciativa é a criação de estúdio de jogos em Manaus, para capacitar profissionais e empresas no desenvolvimento de jogos. A cidade foi escolhida para a iniciativa pela forte parceria que a sul-coreana tem com as universidades locais. “Mas quero ter ‘filhotes’ do estúdio em outras localidades”, adianta Fiamma.

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

IsoHunt, site de downloads, encerrará suas atividades

Batalha judicial entre Gary Fung, fundador do site, e estúdios americanos chegou ao fim após de 7 anos. Decisão multou Fung em 110 milhões de dólares

Homens seguram notebooks
Patrick Lux/Getty Images
Depois de sete anos de uma batalha judicial contra os maiores estúdios do mundo, o site de compartilhamento de arquivos IsoHunt irá encerrar suas atividades. A notícia foi dada por seu fundador, o canadense Gary Fung, em um post publicado nesta semana em seu blog.

“É triste ver meu bebê partir”, disse Fung na abertura de sua nota de despedida. O canadense segue explicando que foi fiel ao seu site ao longo dos dez anos de existência e que lutou “uma boa briga” para mantê-lo em funcionamento. “Fiz o possível para promover os benefícios sociais do compartilhamento de arquivos, mas é hora de buscar novas ideias de software.”

De acordo com a rede britânica BBC, a decisão de Fung foi baseada em uma recente sentença judicial da corte da Califórnia (EUA) que considerou que seu site infringe os direitos autorais. A disputa entre Fung e a poderosa Associação Cinematográfica dos Estados Unidos (MPAA - Motion Pictures Association of America), entidade que reúne os maiores estúdios do mundo, durou mais de sete anos e foi encerrada depois que o fundador do IsoHunt aceitou um acordo.

Como resultado, o canadense terá de arcar com uma multa de 110 milhões de dólares a serem pagos a esta associação. A justiça americana, contudo, reconhece que ele não teria possibilidade de pagar o total do montante, portanto, explicou a BBC, é possível que a MPAA receba apenas entre 2 e 4 milhões de dólares.

IsoHunt

O site foi lançado nos idos de 2003 e conta com mais de 50 milhões de usuários ativos por mês. Hoje, o IsoHunt é um dos maiores buscadores de arquivos em protocolo BitTorrent no mundo e oferece mais 13 milhões de filmes, livros e outros tipos de conteúdo disponíveis para download.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Jobs pensava ter sido piloto na 2ª Guerra, diz ex-namorada

A revelação “bombástica” é apenas uma das que estarão na obra ainda não lançada, que teve um trecho publicado no site do "The New York Post"

Steve Jobs, cofundador da Apple
Justin Sullivan/Getty Images
Steve Jobs não fugia à regra de gênios loucos, ou pelo menos é isso que diz uma ex-namorada do cofundador da Apple.

Em seu novo livro “The Bite in the Apple: a Memoir of My Life with Steve Jobs” (“A Mordida na Maçã: Memória da Minha Vida com Steve Jobs”, em tradução livre), Chrisann Brennan afirma que Jobs “às vezes dizia sentir como se tivesse sido um piloto da Segunda Guerra em uma vida passada”.

A revelação “bombástica” é apenas uma das que estarão na obra ainda não lançada, que teve um trecho publicado no site do "The New York Post". Mãe da primeira filha do cofundador da Apple, Lisa, e namorada de Jobs entre 1972 e 1977 – período de criação da companhia –, Chrisann ainda mostra como era difícil lidar com o homem por trás do iPhone, do iPad e de tantos produtos da empresa.

Um exemplo envolve a mudança de ambos para uma nova casa em Cupertino. “Steve quis que seu amigo Daniel morasse conosco, porque acreditava que quebraria a intensidade de tudo que não estava funcionando entre nós dois”, escreveu Chrisann. Tudo porque o relacionamento entre ela e Jobs era instável – “estávamos completamente loucos um pelo outro às vezes, mas tínhamos alguns momentos tediosos”.

Afora a relação difícil, o trecho divulgado do livro trata também do ego e da personalidade do finado cofundador da Apple – competitiva e com sede de poder. “Ele jogava apenas para ganhar – e ganhar a qualquer custo”, diz a ex-namorada.

Em um dos casos relatados por ela, Jobs humilhou John Draper em uma conversa por telefone, colocada no viva-voz para que todos ao redor pudessem ouvir.

Aliás, o crescimento inicial da Apple tornou as coisas ainda piores, segundo Chrisann – o ego de Jobs inflou ao ponto de torná-lo ainda mais arrogante do que nos tempos “pré-Apple”. “Ele estava sempre procurando excelência, e, quando não a encontrava, se comportava mal e ‘atingia’ as outras pessoas.”

Chrisann Brennan e Jobs

As declarações de Chrisann no livro “The Bite in the Apple: a Memoir of My Life with Steve Jobs” não são as primeiras da ex-namorada sobre Jobs. Em 2011, a moça contou à revista norte-americana Rolling Stone diversos detalhes sobre a vida do casal.

No artigo, apesar de tê-lo classificado como um “adolescente romântico”, ela tratou pela primeira vez do caráter explosivo e problemático do inventor – que “renegou” a própria filha, Lisa, por pelo menos dois anos, por exemplo.

Como dá para ver pelo trecho divulgado nesta terça, o novo livro – que fora anunciado em 2012 – deve expandir consideravelmente essas primeiras declarações da agora escritora e pintora.

“The Bite in the Apple: a Memoir of My Life with Steve Jobs” chega às lojas nos Estados Unidos no dia 29 de outubro, quase um mês após a morte de Jobs completar dois anos. Não há informações sobre o lançamento de uma versão em português.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Traição e brigas marcaram a criação do Twitter, revela livro

Jack Dorsey, fundador do Twitter, traiu seu sócio Noah Glass e depois foi posto para fora por Evan Williams, outro sócio, relata Nick Bilton, do New York Times

Jack Dorsey fala no evento TechCrunch Disrupt SF 2012
C. Flanigan / Getty Images
Um novo livro do jornalista Nick Bilton, do New York Times, traz revelações inéditas sobre os primórdios do Twitter. Bilton conta, por exemplo, que Jack Dorsey, fundador do Twitter, traiu seu sócio Noah Glass e depois foi posto para fora por Evan Williams, outro sócio. 

O livro, chamado “Hatching Twitter: A True Story of Money, Power, Friendship, and Betrayal” (“Criando o Twitter: uma história real de dinheiro, poder, amizade e traição”, em tradução livre) começa a ser vendido nos Estados Unidos em 5 de novembro.

Um resumo do livro foi publicado pela New York Times Magazine. Bilton traça a trajetória do Twitter desde seu início em 2006. A empresa foi fundada por quatro empreendedores: Jack Dorsey, Noah Glass, Evan Williams e Biz Stone. 

Glass, que Bilton descreve como um nerd tímido mas energético, já havia fundado antes a Odeo, startup que estava em sérias dificuldades na época. Dorsey trabalhava nela. Willians tinha criado o Blogger e ficado milionário com a venda do site para o Google. Foi ele quem financiou o Twitter em seu primeiro ano.

Dorsey requisita para si a ideia original do Twitter. Ele conta que estava reunido com os colegas numa praça em São Francisco, na Califórnia, comendo burritos. Sentou-se no escorregador de um parquinho infantil e começou a descrever o projeto. 

Mas Bilton diz que essa é só a história oficial; não a verdadeira. Segundo ele, a ideia não foi só de Dorsey e nem nasceu num parquinho infantil.

Noah Glass teve papel fundamental na fundação da rede social. Mas, depois, foi afastado da empresa por Dorsey, que também o apagou da história da empresa num gesto de estalinismo corporativo. 

O retrato de Dorsey feito por Bilton é inclemente. Ele diz que, durante anos, Dorsey se dividiu entre o empreendedorismo e sua atividade paralela como estilista de moda. Em 2006, chegou a dizer a Glass que largaria a área de tecnologia para se dedicar à moda.

Quando se tornou CEO do Twitter, Dorsey foi, muitas vezes, mais um estorvo que um líder. Pessoas que trabalharam com ele dizem que ele não tinha planos consistentes para a empresa. O Twitter falhava o tempo todo, exibindo aos usuários a famosa baleia apelidada “fail whale”. E ele parecia incapaz de apresentar soluções.

Além disso, era comum Dorsey sair da empresa e momentos críticos para ir a aulas de desenho, ioga ou moda. Em 2008, Williams deu um ultimato a ele: “Você pode ser um estilista ou o CEO do Twitter. Mas não pode ser as duas coisas”, disse.

Williams acabou forçando a saída de Dorsey da empresa. Ao sair, o fundador levou ações, 200 mil dólares em dinheiro e a promessa de que ninguém saberia que fora demitido.

Dorsey ainda considerou ir para o principal rival do Twitter, o Facebook. A possibilidade foi negociada com Mark Zuckerberg. Na verdade, diz Bilton, Zuckerberg queria comprar o Twitter. Microsoft e Google também tentaram comprar a empresa, que permaneceu independente.

Dorsey, diz Bilton, passou a construir um mito em torno de si. Reivindicava todo o crédito pela fundação da empresa. Ele nunca mencionava que o nome Twitter (originalmente “twttr”), por exemplo, fora ideia de Glass. 

Dorsey acabou voltando à empresa em 2011 como chairman executivo. Bilton diz que ele deve ganhar 500 milhões de dólares com o IPO, marcado para 15 de novembro. Já Noah Glass não receberá um único centavo.

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

O que significa o “OUTROS” no armazenamento do iPhone, iPod ou iPad e como diminuí-lo

"Outros" no iTunes
Reprodução

Quando você conecta seu iPhone, iPod touch ou iPad no programa iTunes, ele apresenta uma barra colorida com o conteúdo que tem no aparelho, como músicas, vídeos, aplicativos, livros e fotos. Mas geralmente também apresenta uma categoria diferente, denominada “OUTROS”. O que é isto e como fazê-la ocupar menos espaço?

Cada cor da barra representa uma categoria de conteúdo:

- Áudio: são as músicas que você possui no aplicativo Músicas
- Vídeo: é o conteúdo do aplicativo Vídeos. Não conta os vídeos feitos pelo aplicativo Câmera
- Fotos: todas as fotos que estão no seus álbuns de fotos, inclusive as presentes no Compartilhamentos de Fotos, se ativo.
- Aplicativos: são contados apenas os aplicativos, não seu conteúdo
- Livros: todos os livros presentes no iBooks, seja em ePub ou em PDF. Revistas na Banca também são contabilizadas aqui.

Tudo o que não se encaixar em nenhuma das categorias acima, é classificado como “outros” pelo sistema. Nesta categoria, podemos encontrar:

- conteúdo interno de aplicativos, como progressos dos jogos, por exemplo;
- mensagens, SMS, contatos, emails, notas, favoritos, lista de últimas chamadas, histórico do Safari, cookies;
- arquivos do iOS (o próprio sistema é considerado como “Outros”);
- edições de revistas dentro dos aplicativos;
- arquivos gerais dentro de aplicativos do tipo GoodReader ou gerenciador de arquivos;
- arquivos de memória (cache) e temporários dos aplicativos;
- arquivos corrompidos por problemas do sistema.


Portanto, grande parte do conteúdo presente em “Outros” você utiliza normalmente no seu dia-a-dia, dentro dos aplicativos. O que você pode fazer é tentar eliminar o excesso, como os arquivos temporários e os corrompidos, que insistem em ficar ali. Para isso, há um programa ótimo de computador (Windows e Mac), chamado PhoneClean, que faz uma varredura do aparelho e elimina tudo o que pode ser retirado, sem apagar nenhum conteúdo relevante.

Se você quiser reduzir ainda mais o tamanho dos “Outros”, pode também apagar revistas que já leu, ou eliminar arquivos em aplicativos de vídeos (que não seja o nativo do sistema) ou de gerenciamento de arquivos (como o Documents ou GoodReader, por exemplo). Vá em Ajustes > Geral > Uso e veja o que pode estar ocupando espaço. Por exemplo, no Safari, você pode apagar aLista de Leitura Off-line se ela tiver ocupando muito espaço (basta arrastar o dedo da direita para a esquerda).




Cookies e históricos de páginas internet também ocupam espaço no “Outros”. Você pode apagá-los na totalidade ou então escolher individualmente quais o que não usa. Você pode também fazer uma limpa em suas mensagens, apagando SMS antigos que não necessita mais.

Outra maneira de diminuir o tamanho do “Outros” é, acredite, atualizando o sistema. Cada vez que você atualiza o iOS, mesmo que seja direto no aparelho (over the air), diversos arquivos inúteis são eliminados. Mas isso, claro, só pode ser feito quando a Apple libera uma nova atualização.

Por último, uma outra dica para reduzir o tamanho do “Outros” é fazer uma coisa que nem todo mundo faz todos os dias: reiniciar o aparelho. Desligar e ligá-lo de novo ajuda o próprio iOS a fazer uma limpa no que está sobrando no sistema.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Holanda inova com modelo de escola em homenagem a Steve Jobs

Pátio de colégio virtual e iPads no lugar de livros e quadros-negros são algumas das ferramentas educativas dos novos colégios holandeses Steve Jobs

Criança com tablet
Getty Images

Um pátio de colégio virtual, avatares personalizados para cada aluno e iPads no lugar de livros e quadros-negros são algumas das ferramentas educativas dos novos colégios holandeses Steve Jobs, que abriram as portas na última segunda-feira e já têm cerca de mil alunos inscritos.

Voltado para crianças entre dois e 12 anos, o modelo "Educação para uma nova era" contempla uma nova forma de ensino, onde os iPads substituem os livros e a escola começa a se redefinir como conjunto entre o edifício físico e o "espaço virtual".

As sete primeiras escolas do projeto, às quais se unirão mais cinco ao longo do próximo ano acadêmico, adaptam a educação infantil às novas necessidades do século XXI e homenageiam o fundador da Apple.

"Queremos preparar as crianças para o mundo pós 2025 com as ferramentas que temos hoje, não como na maioria das escolas, que preparam as crianças com as ferramentas de ontem para o mundo de ontem", declarou à Agência Efe Maurice de Hond, fundador da organização "Educação para uma nova era" (O4NT).

Para Hond, estas escolas permitirão que as crianças desenvolvam seus conhecimentos plenamente, não só "reter conceitos na memória sem processá-los".