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segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Intel revela projeto de computador do tamanho de um pendrive


A Intel tem planos ambiciosos para o futuro do PC. A indústria já caminha no sentido de miniaturizar o desktop como conhecemos, mas a empresa quer ir mais longe: em um futuro não muito distante, a fabricante de chips prevê que será possível ter um computador do tamanho de um pendrive.

Segundo a Computer World, em uma conferência com investidores em Santa Clara, na Califórnia, a empresa apresentou um conceito de computador que se inspira diretamente no Chromecast, do Google. Trata-se de um pequeno aparelhinho que se conecta à porta HDMI de um monitor ou televisor. A diferença é que seria um computador completo, e não apenas uma interface para streaming de conteúdo.

No entanto, o aparelho ainda parece estar longe de chegar á realidade, já que a empresa ainda não deu qualquer tipo de detalhes sobre seus recursos e sua composição. Mas, quem sabe, em 2015? É provável que novidades comecem a surgir no ano que vem.

Segundo o vice-presidente Kirk Skaugen, o aparelhinho se conectaria a uma tela e “levaria inteligência a ela”. Ele afirma que o dispositivo seria uma extensão para laptops e mini-desktops com processadores Core.

Contudo, antes de se empolgar, não se sabe exatamente para qual lado a Intel levaria o projeto. É possível encaixar o Windows em um aparelhinho tão pequeno, com baixas especificações e ter uma experiência aceitável? Não se sabe. Skaugen compara o aparelho apenas ao Dell Wyse Cloud Connect, um outro dispositivo com conectividade Wi-FI e Bluetooth que se pluga à entrada HDMI, transformando o display em um máquina para jogos ou streaming de vídeos, baseado em Android.

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Com internet das coisas, mundo será muito diferente em 2025

Pesquisa da Pew Research mostra que 85% dos especialistas do mercado de tecnologia acreditam que a internet das coisas será parte do cotidiano até 2025

Reprodução
Uma pesquisa perguntou a especialistas em tecnologia como será o mundo em 2025. A palavra chave para definir o futuro é: conectado.

Foram entrevistados mais de 1.600 especialistas na área. Na opinião deles, estamos vendo apenas o começo da internet. Até 2025, outra revolução terá acontecido. Para 85% deles, a internet das coisas será então uma realidade.

A internet das coisas é a conexão e comunicação entre objetos (ou máquinas, como se usa no linguajar técnico). Com isso, seria possível que sua casa saiba que você está chegando, já que seu carro está se movimentando. Ela poderá se preparar para a sua chegada (regulando a temperatura, acendendo as luzes, esquentando a comida, entre outras coisas).

De acordo com os especialistas, até 2025 esse tipo de tecnologia fará parte da rotina das pessoas. Em consequência, a vida será mais fácil, diminuindo o gasto de tempo para a realização de certas tarefas. Vint Cerf, vice-presidente e evangelista de internet do Google afirmou na pesquisa que “os benefícios destas ferramentas serão coordenados para melhorar nossas vidas”.

Outro entrevistado, o jornalista e escritor Patrick Tucker, deu números para provar sua opinião de que até 2025 o mundo estará conectado. “Em 2008 o número de objetos conectados superou a população mundial e está crescendo mais rápido do que nós. São 13 bilhões de objetos conectados em 2013, de acordo com a Cisco, e serão 50 bilhões em 2020. Isso inclui telefones, chips, sensores, implantes e dispositivos que nós ainda não desenvolvemos”, explicou.

Outra categoria que vem ganhando força nos últimos anos também foi citada como uma chave para o futuro: a tecnologia vestível. Já podemos ver amostras disso com relógios inteligentes e pulseiras que analisam a movimentação e os exercícios físicos.

Uma professora da Universidade de Utah, Nicole Ellison, acredita que com tempo eles se tornarão mais e mais importantes. “À medida que a coleta de dados por tecnologia vestível ficar menor, mais barata e sofisticada, eles serão capazes de prover mais respostas e informações aos usuários sobre os impactos das ações sobre a sua própria saúde, sobre a economia e sobre o meio ambiente”, escreveu.

A pesquisa foi realizada pela PewResearch e faz parte de uma série em homenagem aos 25 anos da web.

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Experimento mostra sonhos de crianças pra um mundo de pessimismo dos pais

Sei que o conteúdo dessa matéria, não tem nada relacionado com a tecnologia, porém, essa é uma grande mensagem, e gostaria de compartilhar com vocês aqui também.


Reprodução
Como falar de futuro num momento em que vivemos crises ambientais sem precedentes, guerras injustificáveis, escândalos de corrupção inacreditáveis? Infelizmente temos motivos para ficar frustados com acontecimentos no mundo, mas não é motivo para sermos pessimistas. Temos uma nova geração de crianças vindo pra fazer muitas mudanças positivas.

Mas não podemos esperar essas crianças crescerem para começar a acreditar, temos que mudar nossa postura agora. Num projeto independente chamado “Ainda dá tempo”, criado por um grupo de publicitários, alguns adultos são questionados sobre o que eles acham que será o futuro do planeta. Logo depois, a mesma pergunta é respondida pelos seus filhos, gerando uma grande lição para todos nós.

“O mundo é de todos nós e precisa do nosso otimismo para que o ímpeto de mudar se transforme em uma mudança real, e acreditamos que isso só é possível começando por uma transformação interna. Mudando nosso jeito de pensar, mudamos nosso jeito de agir e agindo mudamos o mundo. Ainda dá tempo”. Vale a pena assistir:




Veja mais textos, músicas, relatos e conteúdo motivacional clicando aqui.

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Bill Gates se emociona ao falar sobre o futuro da Microsoft

Gates não deu muitos detalhes sobre as buscas pelo novo CEO que irá substituir Steve Ballmer, mas afirmou participar do processo de seleção
Stefan Postles/Getty Images
Durante a divulgação do balanço anual da Microsoft, Bill Gates se emocionou ao falar sobre a busca da empresa por um novo CEO.

Gates não deu muitos detalhes sobre as buscas pelo novo CEO que irá substituir Steve Ballmer, mas afirmou participar do processo de seleção, dizendo que a empresa está entrevistando candidatos internos e externos.

“Ao longo de nossos 38 anos de história tivemos apenas dois CEOs, o que é bastante incomum. É um cargo complexo para ser preenchido e estamos comprometidos com esta busca”, disse Gates.

Gates se emocionou ao agradecer os 13 anos de Ballmer como CEO da Microsoft e pelo privilégio de também ter tido a oportunidade de liderar um talentoso grupo de funcionários.

“Nós temos um compromisso para assegurar que o próximo CEO seja a pessoa certa na hora certa para esta empresa que [Ballmer e eu] tanto amamos”, disse Gates, visivelmente emocionado.

“Nós compartilhamos um compromisso de que a Microsoft sucederá como uma companhia que faz do mundo um lugar melhor”.

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Por que o iPad pode dominar o mundo da computação

Divulgação
Há dois caminhos possíveis para a divisão de tablets da Apple Inc.: o chamado Cenário Maravilhoso e o Cenário Super-Extra-Maravilhoso-Com-Chantilly.

No primeiro, a linha de iPads da Apple continua a ganhar muito mais dinheiro do que os tablets rivais e provavelmente continua a ser a mais vendida da categoria. Mas, com a concorrência cada vez mais acirrada de dispositivos de baixo preço, o iPad pode lentamente entregar seu domínio e acabar escorregando para talvez 25% ou menos do mercado de tablets. Isso não seria desastroso para a Apple. Neste cenário, o iPad estaria no mesmo lugar que seu irmão mais velho, o iPhone, com os ganhos espetaculares de uma participação de mercado regular. Em outras palavras, incrível.

No segundo cenário, o iPad vira a mesa. Como fez a divisão de iPods, os tablets da Apple manteriam uma liderança imbatível de longo prazo tanto em lucros como em participação de mercado. É claro que você vai ver um monte de rivais disputando o segundo lugar, mas esse será um espetáculo à parte. Para a indústria de PCs, este cenário é um pesadelo.

Se você acredita que os tablets estão se tornando o principal aparelho de computação do nosso tempo, tanto em casa como no trabalho, então o domínio de mercado da Apple estabeleceria uma rentabilidade colossal e estável. O iPad tornaria a Apple o equivalente de uma combinação da Microsoft Inc., Intel Inc. e Dell Inc. no negócio de computadores do futuro.

Na terça-feira, a Apple lançou uma série de novos iPads. Qual dos dois caminhos é o mais provável, se considerarmos os novos modelos?

Vou violar tudo que aprendi nas aulas que tive na Pundit University e fazer uma previsão firme: acho que os novos iPads da Apple vão ajudar a levá-la para o segundo cenário, o super-extra-com-chantilly. Com o iPad, a Apple está entrando com força total — e é provável que vença.

Eu sei que você está cético. A participação de mercado do iPad está caindo ultimamente e, no terceiro trimestre, a Apple registrou a primeira queda em vendas comparadas com o mesmo período do ano anterior. No início desta semana, defendi que a divisão da Motorola, do Google Inc., era uma tentativa de longo prazo para acabar com os lucros da Apple com smartphones.

Agora, depois de anos lançando produtos considerados ruins, o Google e outros concorrentes também estão fazendo tablets bons e baratos — então será que o iPad não é tão vulnerável quanto o iPhone?

Mas na coletiva de imprensa da Apple na terça-feira, o diretor-presidente Tim Cook falou sobre dois números que devem dar dor de cabeça aos rivais.

O primeiro número é US$ 299. Esse é o novo preço do iPad mini nos Estados Unidos, US$ 40 a menos do que o mesmo modelo vendido no ano passado e o menor preço já cobrado por um iPad. Assim como na divisão de reprodutores de música, a Apple não pretende vender o produto mais barato do mercado. Mas ao oferecer bastante diversidade de preço na sua linha e adicionar um número suficiente de recursos novos anualmente, ela vai continuar a ampliar sua acessibilidade, enquanto continua a gerar lucro.

Lembre-se que com os aparelhos de música digital essa estratégia funcionou perfeitamente: uma década após seu lançamento, o iPod ainda domina 78% do mercado. Estou apostando que a história se repitirá com os tablets. Quando você considera o software de produtividade gratuito que a Apple está adicionando a todos os iPads, seus preços são baixos o suficiente para dar ao tablet uma vantagem sobre seus rivais mais baratos.

O segundo número de Tim Cook é: 64%. Essa é a parcela de aparelhos da Apple que está usando o iOS 7 — a mudança mais radical de seu sistema operacional móvel desde que o iPhone chegou ao mercado, em 2007 — apenas algumas semanas depois de seu lançamento. A rápida adesão ressalta uma das principais vantagens do iPad: trata-se de uma plataforma unificada, enquanto os outros tablets estão sozinhos.

É verdade que alguns tablets rivais oferecem melhores especificações e preços mais baixos — o Nexus 7, do Google, custa US$ 229 nos EUA, é fino, leve, rápido e tem uma tela fantasticamente nítida —, mas todos sofrem com problema fatal que limita seu apelo. Os rivais da Apple não possuem muitos aplicativos otimizados para tablets. Enquanto isso, o iPad conseguiu atrair mais de 400.000 aplicativos que são projetados para o tamanho de sua tela.

Há uma razão muito simples: quando os programadores desenvolvem aplicativos para o iPad, eles funcionam em todos os modelos, do iPad que custa US$ 299 nos EUA aos que custam mais do que US$ 800.

Os rivais da Apple não podem reivindicar nenhuma semelhança a esse tipo de uniformidade de modelos. O sistema operacional do Android, do Google, é perigosamente fragmentado. Os tablets de fabricantes diferentes e em tamanhos diferentes executam versões diferentes do Android, inclusive a versão completamente reformulada do Kindle Fire, da Amazon.com. Isso aumenta o tempo e o custo para desenvolver aplicativos para o sistema, o que torna o Android um problema para implantações empresariais de grande escala.

Os céticos podem dizer que a fragmentação atinge também os smartphones do Android e, mesmo assim, o sistema operacional do Google conseguiu superar a fatia de mercado do iPhone. Mas os tablets são diferentes. As pessoas encaram os tablets mais como PCs do que como telefones — eles servem para tarefas simples de computação e, por causa disso, são muito mais dependentes de uma grande biblioteca de apps.

Um telefone sem aplicativos ainda é mais ou menos útil. Você ainda pode fazer ligações e enviar mensagens. Mas um tablet sem aplicativos decentes o suficiente? É decididamente um aparelho de segunda linha: você vai perder os jogos mais novos, os aplicativos sociais mais recentes, tudo o que é novidade. Lembre-se que o Twitter Inc. só lançou um aplicativo para tablets Android este mês, mas o aplicativo para o iPad existe há muito tempo.

E aqui está a pegadinha que ilustra todo o problema de participação de mercado do Android: por enquanto, o app do Twitter está disponível apenas em tablets Samsung Electronics Inc. Se você tem o Nexus 7 ou qualquer outro tablet do Android, você terá que lidar com a versão deturpada do aplicativo do Twitter para o smartphone.

A uniformidade do iPad é especialmente importante para sua aplicação no ambiente de negócios. A Apple está posicionando o tablet como substituto para computadores numa variedade de tarefas comerciais — nos balcões de atendimento ao cliente, nas recepções de restaurantes, em bancos, escolas, cabines de avião, praticamente em todos os lugares que alguém precisaria de um computador, mas não quer lidar com um PC. Nessas implementações de grande escala, a plataforma de desenvolvimento única e confiável do iPad é fundamental para a manter baixos os custos de manutenção e desenvolvimento.

Esta vantagem é reforçada por ela mesma: quanto mais as pessoas compram o iPad, mais programadores são atraídos, fortalecendo a plataforma e conquistando mais usuários. Em termos econômicos, essa dinâmica, na qual o aumento de vendas melhora o produto, elevando ainda mais as vendas, é conhecida como efeito de rede.

Você também pode chamá-la de o segredo do sucesso do Windows, que agora está alimentando a hegemonia da Apple pós-PC.

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Banco do Brasil lança caixa eletrônico futurista

O custo do protótipo, que conversa com cliente, ficou em R$ 30 mil, dentro da faixa dos valores dos terminais usados hoje, cujos valores chegam a R$ 50 mil

Banco do Brasil
ALAN MARQUES
O mesmo fascínio que transformou máquinas superinteligentes em personagens de filmes e seriados de TV motivou a equipe de tecnologia do maior banco brasileiro a criar um terminal de autoatendimento que conversa com o cliente. O equipamento, que acaba de sair do laboratório da Divisão de Inovação e Tecnologia de Informação do Banco do Brasil, foi batizado de "Bio 001" por usar o reconhecimento biométrico do rosto, da íris e da voz para identificar cada cliente e autenticar as transações. De acordo com o banco, essa combinação de biometrias em um mesmo terminal é inédita no mundo.

O BB e outras instituições já usam a identificação biométrica da digital ou da palma da mão com o objetivo de dar mais comodidade aos clientes. Nesses terminais não é preciso usar cartão nem digitar a senha.

A novidade desse novo equipamento é juntar três tipos distintos de análise matemática de dados biológicos. Com a tecnologia, todas as operações poderão ser feitas por comando de voz. A equipe responsável pelo desenvolvimento do terminal, no entanto, acredita que os clientes vão preferir que alguns "dados sensíveis" - como o valor da transação - sejam digitados na tela sensível ao toque em vez de falados.

Equipe

Durante um ano e meio, o projeto do novo caixa eletrônico envolveu, ao todo, 60 funcionários do banco, de publicitários a engenheiros mecatrônicos, conta Germano Alíbio, gerente da equipe.

O custo do protótipo ficou em R$ 30 mil, dentro da faixa dos valores dos terminais que são usados hoje, cujos valores chegam a R$ 50 mil caso venham com cofre de dinheiro. Entretanto, esse valor baixo só foi possível porque as empresas internacionais, na expectativa de ganhar um novo mercado, cederam as licenças dos softwares, que giram em R$ 500 mil.

De 20 a 30 desses caixas eletrônicos futuristas serão testados a partir do ano que vem nas "agências conceito" do BB e em pontos estratégicos, como aeroportos. O banco ainda precisará fazer o cadastramento biométrico de mais de 60 milhões de pessoas que já são clientes.

Equipamento

O vice-presidente de Tecnologia e Logística do BB, Geraldo Dezena, diz que o novo terminal é muito menos "invasivo" que os disponíveis na praça. Um sensor identifica quando o cliente se aproxima e imediatamente uma câmera faz o reconhecimento facial dele.

Os vidros do lado do terminal ficam opacos e, daí em diante, todos os passos são conduzidos por uma atendente virtual, um avatar. Tudo o que ela fala só é ouvido por quem está em frente à máquina, graças ao equipamento de som no teto.

Mesmo assim, se tiver alguém muito próximo, a máquina avisa o cliente e pergunta se ele deseja continuar. Se a biometria facial identifica o cliente, a da íris e a da voz servem para autenticar as operações. A máquina está preparada para entender desde uma solicitação de extrato até uma variação menos técnica, como "Quanto de dinheiro eu tenho?".

O vice-presidente diz que os clientes acabarão se acostumando a conversar com a máquina. Para Dezena, a tecnologia do comando de voz será cada vez mais comum.

Para o professor de engenharia elétrica da PUC-Rio, Raul Feitosa, a principal vantagem de um sistema biométrico multimodal, como o do BB, é a segurança. "É mais difícil ludibriar do que os correspondentes unimodais."

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Impressoras 3D futuristas são configuradas para "imprimir" alimentos

Já imaginou se você pudesse imprimir sua própria comida? Alguns inventores já, e desenvolveram técnicas para impressão de alimentos que agradam a todos os paladares.

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Exemplos de torrões de açúcar e bolos impressos em 3D
Já imaginou se você pudesse imprimir a sua própria comida? O criativo Pablos Holman já. O cientista trabalha na empresa Intellectual Ventures Laboratory, em Washington D.C., onde ele e outros especialistas da área estudam formas de "imprimirem" seus próprios alimentos. 

O inventor acredita que, em um futuro não muito distante, poderemos adaptar a nossa dieta com alimentos próprios para o nosso metabolismo - e imprimi-los poderia ser uma baita ajuda para nos mantermos na linha. 

A chamada "comida de impressão" foi um tema abordado por Holman durante a conferência Inside 3D Printing Conference, que aconteceu na semana passada. A ideia do inventor lembra bastante aquelas pílulas que vemos em desenho animado, que se tranformam em um belo hambúrguer quando adicionada uma gotinha de água - só que um pouco mais elaborada.

As impressoras seriam equipadas com cartuchos de toners preenchidos com alimentos liofilizados em pó - o que daria a possibilidade de incluir todos os tipos de produtos nutritivos em uma única refeição e em quantidades suficientes. 

Um pouco de água, então, é adicionada durante o processo de impressão e o alimento pode ser produzido do modo que o consumidor mais gostar (incluindo os formatos atualmente conhecidos, como pedaços de brócolis ou mesmo um belo cachorro-quente).

Dependendo do cliente, os pixels de comida utilizados para imprimir a refeição poderiam conter até mesmo doses de medicamentos diários. Além disso, o equipamento poderia programar a quatidade de comida que o indivíduo consome com precisão - o que evitaria o desperdício.

"A refeição é personalizada para você. Ela evita alérgenos e injeta seus remédios", disse Holman. "Ela sabe o que você comeu antes. Nós correlacionamos os efeitos sobre a saúde de sua dieta pela primeira vez na história. Ela faz uma refeição que entende quem você é."

Outros futuristas também apostam na ideia de imprimir alimentos. O CEO da empresa de impressão 3D Systems, Avi Reichentall, já desenvolveu um método para agradar olhos e paladar com suas impressões digitais. As impressoras de Reichentall podem ser configuradas para produzir produtos derivados do açúcar - de bolos a doces em geral.

E as ideias não param por aí. "Estamos trabalhando em uma impressora de chocolate. Quero uma impressora de chocolate na minha cozinha. Quero que seja tão legal quanto uma máquina de café", disse Reichentall. "Nós já temos açúcar impresso em 3D. Vamos trazer para chefs e confeitos e padeiros toda uma gama de novos recursos de impressão de açúcar."