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terça-feira, 24 de junho de 2014

iPhone 6 deve começar a ser produzido em julho

Os dois novos modelos do iPhone 6 começarão a ser produzidos no próximo mês e devem ser vendidos em setembro, de acordo com a Bloomberg

Justin Sullivan/Getty Images
A Apple deve iniciar a produção de seus iPhones 6 no próximo mês. As informações foram passadas para a Bloomberg por pessoas familiarizadas com os planos da Apple.

As fontes também confirmaram as informações de que a empresa deve lançar dois diferentes modelos do seu smartphone. Um deles virá com tela de 4,7 polegadas e o outro com tela de 5,5 polegadas.

O modelo com tela maior vem enfrentando algumas dificuldades na produção e sua velocidade de montagem devem ser menor. As fontes acreditam, no entanto, que ele chegará às lojas juntamente com o modelo de 4,7 polegadas, em setembro.

Os novos iPhones devem trazer uma mudança no design. A Bloomberg afirma que eles serão finos (como se podia esperar) e terão bordas arredondadas. Isso dá mais crédito às fotos de supostos protótipos de iPhone 6. Elas costumam mostrar bordas arredondadas.

O iPhone 6 ainda traria uma novidade. A tela, com vidro curvado, seria capaz de perceber diferentes níveis de pressão.

A nova geração de iPhones será a tentativa da Apple de atacar os aparelhos com Android. A Apple deixa para trás as telas de 4 polegadas e parte para tamanhos maiores. O Galaxy S5, carro chefe da Samsung, por exemplo, tem tela de 5,1 polegadas.

quarta-feira, 30 de abril de 2014

O iWatch já está sendo produzido, afirma jornal chinês

De acordo com o China Times, o iWatch, o relógio inteligente da Apple, já está sendo produzido e deve lançado no final deste ano

Anthony Wallace/AFP
O iWatch, o relógio inteligente da Apple, já está em fase de produção, de acordo com o jornal chinês China Times. Ainda segundo a reportagem do jornal, o programa da Apple é lançar o gadget no final de 2014.

Ele afirma que a Apple está usando versões em miniatura de sensores e processadores. Eles teriam sido desenvolvidos para que o iWatch possa ser um produto pequeno e fino (uma das prioridades da Apple).

De acordo com o jornal, o iWatch virá equipado com um leitor de digitais, assim como o iPhone 5s já vem. Além disso, o jornal The New York Times já havia noticiado que o relógio inteligente deve vir com uma tela de vidro curvado.

Outros boatos falam sobre um grande foco do relógio em atividades físicas. Isso é reforçado pelo novo aplicativo que a Apple deve embarcar na próxima atualização do iOS (sistema operacional de iPhones e iPads).

De acordo com o site 9to5Mac, o iOS virá com o Healthbook, um aplicativo para controle da saúde. De acordo com o site, que diz ter visto uma versão preliminar, ele seria capaz de controlar o histórico de glicose no sangue.

No início de abril, o analista Ming Chi Kuo, da KGI Securities, havia previsto que o iWatch chegaria ainda neste ano. Ele ainda acredita que a Apple deva lançar dois iPhones, um com 4,7 e o outro com 5,5 polegadas.

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Google inicia produção de relógio inteligente, diz jornal

Google
Reuters
O Google finalizou o desenvolvimento de seu relógio inteligente e entrou em fase de negociação para a produção em massa do dispositivo, segundo informações do jornal The Wall Street Journal. 

O Google estaria negociando com fabricantes asiáticos para dar início a produção de seu relógio inteligente, que rodaria o sistema Android e o assistente Google Now e teria compatibilidade com o Google Glass.

Um relógio inteligente deixaria o Google em uma posição ainda mais consolidada no mercado de tecnologias para vestir. A empresa já tem um lugar de destaque com os óculos Google Glass e um smartwatch se encaixaria nos planos da companhia para o setor. 

O dispositivo também chegaria em um momento onde diversas empresas tentam emplacar suas novidades para este mercado. Recentemente a Samsung lançou seu Galaxy Gear, mas vem enfrentando dificuldades nas vendas do dispositivo. 

Além disso, tradicionais empresas de tecnologia como Microsoft e Apple também podem lançar seu próprio relógio inteligente a partir do ano que vem.

sábado, 26 de outubro de 2013

iPhone 5s some das lojas e Brasil pode ser afetado

Com a demanda pelo iPhone 5s superando a velocidade da sua produção, é possível que lançamento do dispositivo no Brasil demore ainda mais

iPhone 5s exposto em loja da Apple
Lam Yik Fei/Getty Images
Objeto de desejo dos fanboys da Apple, o iPhone 5s sumiu rapidamente das prateleiras dos países nos quais já está à venda. É o que estima o analista de mercado Gene Munster, da consultoria Pipper Jaffray.

De acordo com ele, em informações divulgadas para o site CNET, nas últimas semanas, a disponibilidade do smartphone caiu para menos de 5% em relação aos outros modelos de iPhone ainda no mercado.

Ainda segundo Munster, na ocasião do lançamento do iPhone 5s, que aconteceu em setembro, o dispositivo representava quase 30% dos modelos de iPhone à venda. Mas a demanda por ele logo fez com que seu estoque encolhesse. Como resultado, já em outubro, a quantidade de aparelhos no mercado caiu para 6% e o tempo de espera pelo aparelho é de duas até três semanas.

Para o analista, contudo, este fenômeno não é nada novo. No ano passado, mais ou menos nesta época, consumidores também enfrentaram dificuldades para encontrar o iPhone 5, que apenas em dezembro teve sua produção condizente com a demanda.

A expectativa de Munster, portanto, é que o mesmo aconteça com o iPhone 5s. Quem perde com isso? Possivelmente os brasileiros. Nunca houve uma estimativa oficial sobre quando, afinal, os novos iPhones irão chegar ao país, apenas uma expectativa de que poderiam vir no mês de dezembro.

Contudo, com as notícias de que a demanda pelo iPhone 5s está maior do que o que a sua produção consegue suportar, é possível que a estreia brasileira do aguardado smartphone demore um pouco mais.

iPhone 5s x iPhone 5c

Está mais do que clara a preferência dos consumidores em relação aos dois produtos lançados pela Apple no mês passado: o avançado iPhone 5s e o intermediário, mas super colorido, iPhone 5c. Uma pesquisa revelada em meados de outubro mostrou que o smartphone topo de linha está vendendo até duas vezes mais que o outro modelo.

O fraco desempenho do iPhone 5c, segundo boatos do mercado, fez com que a Apple optasse por reduzir a sua fabricação. De acordo com um site chinês, a maçã teria diminuído a produção diária do aparelho de 300 mil para 150 mil unidades.

A Apple não abre o jogo sobre o número de vendas dos aparelhos separadamente. A única manifestação da empresa veio no início de outubro, quando revelou que os dois iPhones, juntos, atingiram a marca de 9 milhões de unidades vendidas em apenas três dias.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Apple reduz produção do iPhone 5c pela metade, diz site

Segundo o site chinês C Technology, a queda na produção do iPhone 5c se atribui ao fraco retorno que o aparelho vem apresentando nas vendas

iPhone 5C
Divulgação

A Apple reduziu a produção diária do iPhone 5c de 300 mil unidades para 150 mil poucas semanas após o lançamento, segundo relatou o site chinês C Technology.

O smartphone, que traz opções de cases coloridos e preço relativamente mais baixo, é a tentativa da Apple de entrar em mercados emergentes.

No entanto, segundo o site chinês, a queda na produção do iPhone 5c se deve ao fraco retorno que o aparelho vem apresentando nas vendas.

O iPhone 5c foi apresentado em setembro pela Apple, durante evento onde a companhia também anunciou o modelo iPhone 5s.

Ambos os aparelhos rodam o novo sistema iOS 7, que vem sendo muito criticado pelos usuários especialmente por questões relacionadas à segurança de informações pessoais.

A Apple não comentou as informações do site chinês sobre as vendas e a queda na produção do iPhone 5c.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Apple ainda dependerá da Samsung para a produção do chip A8

Empresa busca soluções para não depender tanto da sua forte concorrente

Apple ainda dependerá da Samsung para a produção do chip A8
Reprodução
É quase impossível não saber que a Apple e a Samsung travam uma batalha incansável tanto no mercado de dispositivos móveis quando nos tribunais. Porém, ironicamente a Maça depende (e muito) da sua principal rival companhia sul-coreana, que atualmente é uma das principais responsáveis pela fabricação de componentes que integram os produtos da empresa comandada por Tim Cook.

Com isso, segundo The Korea Economic Daily, a Samsung ainda será responsável por cerca de 30% a 40% na participação da produção dos novos chips A8, que aparentemente equipará a nova geração do iPhone. Porém, a Apple busca incansavelmente soluções para que isso em um futuro próximo termine, começando por uma intensa negociação com a TSMC (Taiwan Semiconductor Manufacturing Co.), que incluiria a fabricante taiwanesa como sua principal fornecedora dos novos processadores de 20 nanômetros.

Ainda assim, caso a informação realmente se confirme, ainda levaria algum tempo até que a Apple alcance sua total “independência” da sua principal concorrente Samsung.

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Plataforma cria modelo de fornecer conteúdo a empresas

Startup Catarinense é voltada à produção de textos com foco em Marketing de Conteúdo


Artigos para blogs e sitesposts nas mídias sociais, vídeos, ebooks. O que para muita gente é sinônimo de diversão e aprendizado on line virou um importante canal de relacionamento das empresas com seus clientes. Para ajudar esses negócios a criarem conteúdos com qualidade, umastartup de Santa Catarina desenvolveu uma nova forma de atender essa demanda com agilidade.

Tex.do, de Florianópolis, é a primeira plataforma brasileira voltada à produção de textos com foco emmarketing de conteúdo. “Marketing de Conteúdo é qualquer formato que envolva a criação e compartilhamento de conhecimento e conteúdo editorial, com o objetivo de manter ou adquirir novos clientes on line”, explica a cofundadora da empresa e jornalista Emília Chagas. Nesse processo, ela contou com a ajuda de uma incubadora de startups catarinense, a Whapp.

“Na Tex.do redatores como eu atuam nas editorias em que têm experiência e afinidade. Assim, conseguimos reunir profissionais qualificados para oferecer o serviço a empresas dos mais variados setores por um preço competitivo”, acrescenta. A partir de R$ 300, as empresas já podem ter acesso a uma estratégia de marketing de conteúdo voltada aos seus objetivos comerciais, com posts qualificados no blog corporativo baseado em palavras-chave que permitirão que ela seja encontrada em ferramentas de busca, como o Google.

A grande vantagem para os redatores é poder trabalhar com a liberdade dos freelancers e sem os riscos que cercam essa condição – uma vez que o pagamento é garantido e os trabalhos são recorrentes. “Fazemos o chamado gamification. Os profissionais que têm melhor desempenho ganham preferência nas demandas seguintes daquela editoria e têm acesso a trabalhos maiores e melhor remunerados,” conta a empreendedora.

Tex.do é uma das startups participantes do programa de capacitação Startup SC, desenvolvido pelo Sebrae de Santa Catarina juntamente com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS). O objetivo é desenvolver e fortalecer as startups catarinenses.

As inscrições para a segunda turma do programa de capacitação Startup SC estão abertas. Para participar do processo basta acessar o site www.startupsc.com.br até o dia 21 de julho e preencher o formulário on line. Ao todo, 20 empreendedores serão selecionados para participar da capacitação, que começa em agosto e segue até outubro. A primeira edição contabilizou 204 inscrições.

Serviço:
Sebrae em Santa Catarina (48) 3221-0840
Central de Relacionamento Sebrae: 0800 570 0800



quinta-feira, 13 de junho de 2013

A Nova Revolução Industrial já começou

[image]

Numa noite escura e chuvosa duas semanas atrás em Schenectady, no Estado americano de Nova York, Ken Hislop estava descansando em casa quando seu celular emitiu um bipe. Era uma mensagem de texto urgente — da fábrica da General Electric onde ele trabalha.
Logo chegaram outras mensagens, enviadas por minúsculos sensores embutidos dentro de várias máquinas. A violenta tempestade que estava passando havia causado problemas.
"Soube na hora que tinha acabado a força na fábrica", diz Hislop, um engenheiro de manufatura. Ele rapidamente ligou seu iPad e acessou um esquema animado de diagramas que mostrava tudo que estava acontecendo na planta de US$ 170 milhões, que fabrica imensas baterias para coisas como torres de celular.
Bem-vindo à Nova Revolução Industrial: uma onda de tecnologias e ideias que estão criando um ambiente de manufatura dirigido por computadores. A revolução ameaça tornar obsoletos modelos de negócios há muito estabelecidos.
Para as grandes companhias, isso significa uma gama de ferramentas novas para montar fábricas mais enxutas e explorar novos produtos, materiais e técnicas inovadoras. E graças à queda acentuada nos preços, pequenas empresas também têm acesso a equipamentos e ferramentas melhores e mais baratas.
"A manufatura passa por uma mudança que é tão significativa quanto a introdução de partes intercambiáveis separadas que são unidas na linha de montagem, talvez até mais", diz Michael Idelchik, diretor de tecnologias avançadas do laboratório mundial de pesquisa da GE. A transformação se acelera graças à convergência de tendências: o baixo custo e acessibilidade do chamado "Big Data" (grandes volumes de dados processados a altas velocidades) associados à computação em nuvem; a queda dos custos de sensores eletrônicos, microprocessadores e outros componentes usados para criar máquinas mais capazes; e avanços em software e tecnologia de comunicação.
Isso significa que instalações como a de Hislop quase não precisam da intervenção humana.
Fabricação flexível
Ao mesmo tempo, avanços tecnológicos agora permitem às indústrias inventar novas formas de fabricar as coisas, fugindo ao clássico modelo das linhas de produção. O mais significativo desses progressos é, de longe, a manufatura aditiva: um processo para fazer objetos tridimensionais de praticamente qualquer formato a partir de um modelo digital.
Essas máquinas exóticas podem ser usadas com vários materiais e criar coisas tão diversas como tênis, injetores de combustível para aviões e até mesmo órgãos humanos.
Numa visita ao laboratório de equipamento de manufatura avançada que a AutodeskInc. está construindo em San Francisco, o diretor-presidente Carl Bass aponta para o lugar onde vai ficar um sofisticado torno controlado por computador.
"A empresa japonesa Mori Seiki está fazendo [o torno] em Sacramento numa fábrica automatizada", disse Bass, cuja firma cria software para design por computador. "A fábrica é tão avançada que você quase não precisa acender as luzes porque as máquinas estão fazendo tudo, e o que elas estão fazendo são outras máquinas." De fato, a impressora de três dimensões replicou a si mesma numa universidade da Inglaterra.
Mas haverá desafios. Para começar, como a fabricação aditiva se baseia em modelos digitais de objetos, as empresas ficam muito mais vulneráveis a roubos de propriedade intelectual.
Voltando para casa
Para se ter uma visão de como as novas tecnologias estão rompendo com a velha maneira de fazer as coisas, considere o tênis da Flyknit, da Nike Inc.
Mesmo os tênis de alta tecnologia ainda são quase todos feitos em linhas de produção com muito trabalho humano. Mas a partir do ano passado, a Nike começou a fabricar o Flyknit de uma forma totalmente nova.
Os engenheiros da Nike adaptaram uma máquina usada para fazer agasalhos e ela agora tece a parte superior inteira do tênis num único item aconcavado que depois é preso à língua e à sola.
O mais importante é que todos esses refinamentos não aumentaram o custo. A tecnologia possibilitou à Nike fazer um tênis com apenas alguns componentes em vez de dezenas e com uma redução de até 80% do desperdício.
As consequências são profundas: a razão para se fabricar calçados em países de mão de obra barata parece de repente ter começado a evaporar. A Adidas já fabrica o tênis Primeknit no seu país de origem, a Alemanha.
No ano passado, a consultoria Boston Consulting Group previu que até 30% das exportações americanas produzidas na China poderiam ter a produção transferida para os EUA até 2020.
Nem tão rápido
Mas a pergunta que está no ar é se um impulso na manufatura vai fazer ressurgir o emprego nas fábricas americanas, que chegou a 19,5 milhões de trabalhadores em 1979 e hoje tem cerca de 12 milhões, segundo a Agência de Estatísticas do Trabalho do país.
A oportunidade real está no crescimento de microfábricas altamente especializadas e em legiões de pequenos empreendimentos. Um importante sinal dos novos tempos é que o maior fabricante de impressoras 3-D nos Estados Unidos, a 3D SystemsCorp., introduziu um elegante modelo ano passado nos EUA, por somente US$ 1.299.
Os especialistas vislumbram lojas de bicicletas que "imprimem" quadros personalizados e fabricam bicicletas por encomenda; e lojas ainda mais sofisticadas que fazem toda sorte de produtos de alto nível. Uma empresa chamada Bespoke Products, unidade da 3D Systems, já está fazendo membros humanos artificiais. Outra, a Organovo Holdings Inc., está usando impressão 3-D para criar tecido humano.
Novas maneiras de fazer
A fabricação aditiva possibilita a criação de designs ou estruturas que não são viáveis usando as duas formas tradicionais de fazer as coisas: a usinagem e a fundição de metais. Ambas essas técnicas são grandemente amplificadas pela produção em massa porque, à medida que os volumes crescem, a qualidade geralmente aumenta e os custos caem.
Mas a manufatura aditiva permite a criação de materiais com múltiplas partes e componentes móveis sem montagem. E porque o processo é inteiramente controlado por computadores, a primeira peça fabricada é tão boa quanto a última.
Há uma outra grande mudança em curso que não é tão óbvia. A ascensão da impressora 3-D coincidiu com a digitalização do mundo físico através do uso de escaners 3-D e, cada vez mais, de fotos bidimensionais que podem ser unidas digitalmente para criar reproduções precisas 3-D de tudo que existe. Isso afeta todo mundo que trabalha com manufatura e que participa em processos criativos. É muito mais fácil colaborar num modelo que está armazenado num computador porque um monte de gente pode trabalhar nele ao mesmo tempo.
O caminho à frente
Para se ter uma ideia de como a Nova Revolução pode se desenrolar em grande escala, veja a GE. Suas marcas estão em toda parte. Ela está participando de uma iniciativa do governo dos EUA para impulsionar a fabricação aditiva. Entre os parceiros estão o Instituto Tecnológico de Massachusetts, a unidade de serviços de internet da Amazon.com e a Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa, que está colaborando com a GE numa nova plataforma de trabalho coletivo (chamado de "crowdsourcing") para design e desenvolvimento de produtos.
No ano passado, a GE comprou uma das maiores empresas de manufatura aditiva dos EUA, a Morris Technologies.
A GE projeta que vai gastar US$ 3,5 bilhões em manufatura avançada ligada à aviação nos próximos cinco anos e produzir 100.000 peças por ano para seus motores até 2020 usando técnicas de fabricação aditiva. A GE vai também começar a disponibilizar suas mais de 30.000 patentes para inventores e empreendores que usam o site Quirky — que emprega o trabalho coletivo para avaliar ideias para produtos.
Matéria publicada em http://on.wsj.com/14Va64y